Alguns livros abrem portas que deveriam permanecer fechadas…
Quando a aventureira Maíra Ventura cruza o caminho de um segredo enterrado na Amazônia Mato-grossense, o passado deixa de ser apenas objeto de estudo e passa a observar de volta. Símbolos antigos, interesses violentos e escolhas irreversíveis transformam conhecimento em risco real. Há verdades que iluminam, outras exigem coragem para serem enfrentadas… e algumas cobram um preço alto demais.
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Maíra Ventura nunca acreditou em coincidências. Historiadora experiente e acostumada a trabalhar em regiões remotas, ela sabe que alguns vestígios do passado não são encontrados por acaso… eles escolhem quem pode chegar até eles.
Quando uma investigação aparentemente rotineira revela pistas sobre um artefato ancestral escondido na Amazônia Mato-grossense, Maíra se vê envolvida em uma trama que mistura ciência, mito e interesses perigosos. O que deveria permanecer enterrado há séculos volta a despertar a cobiça de contrabandistas, pesquisadores sem escrúpulos e forças que preferem o silêncio à verdade.
Ao lado de Jotapê, um arqueólogo brilhante e improvável, Maíra atravessa florestas, ruínas esquecidas e territórios onde o passado ainda respira. Cada símbolo decifrado aproxima os dois de uma descoberta capaz de mudar a forma como enxergamos a história e também de colocar suas vidas em risco.
Maíra Ventura e a Biblioteca da Eternidade é uma aventura intensa que combina ação, mistério e conhecimento, conectando lendas indígenas, fatos históricos e cenários reais de Mato Grosso. Um livro sobre escolhas, memória e o preço de revelar aquilo que talvez nunca devesse ser encontrado.




Matheus Prado é um escritor brasileiro com cinco livros publicados. Sua obra percorre várias áreas, indo do romance histórico até a alta fantasia, mas tenta manter seu foco em thrillers e histórias de horror.
Seu estilo é marcado pela análise crítica, a ação desenfreada e as descrições precisas. Ao mesmo tempo, deixa o leitor livre para criar suas próprias visões da história, estimulado pelas frases curtas e certeiras. Seu último romance, o thriller “Santo Herege”, traz um misto de horror desconcertante, história das religiões e filosofia ocidental.
Formado em jornalismo com especialização em cinema e audiovisual, imprime uma linguagem gráfica em seus romances, criando no espectador a ilusão de que as histórias transcorrem diante dos seus olhos. Como roteirista e diretor, lançou dois longas-metragens, em 2016 e 2019.
Vive na pacata cidade de Sinop, no interior de Mato Grosso, onde divide seu tempo entre a escrita de romances, seus cursos de storytelling e as apresentações com sua banda de rock.

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